Em seguida, o texto escrito no Jornal Tribuna de Minas pelo jornalista e músico Wendell Guiducci (Martiataka) em sua coluna semanal Faixa-a-Faixa, do Caderno 2. Disponibilizei em texto e um print screen da página da Tribuna, para garantir a veracidade da informação. Obrigado ao Wendell por ajudar a tornar a informação pública, pois pra mim (e pra muitos) um texto publicado em um jornal, ainda tem mais "peso" do que um publicado na internet, pois depois de publicado não pode ser mais alterado.
Vou me abster de comentários a respeito, porém devo salientar que o autor anônimo já foi descoberto com 99% de certeza (por várias pessoas envolvidas diretamente ou não), faltando somente sua assinatura. Um pouquinho de engenharia social e investigação realmente fazem milagres.
Um adendo ao meu comentário acima: Hoje, dia 07/06, são 3 os suspeitos e não mais 1 somente. Porém o que seria o "preferido da galera" continua ganhando por algumas cabeças de vantagem.
Segue abaixo:
Início:
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Repassando….
As Verdades de Juiz de Fora....
É importante que a opnião pública saiba das verdades que acontecem no cotidiano de Juiz de Fora, onde jogadas extratégicas de tráfego de influências, ou melhor Q.I. (Quem Indica), acontecem debaixo dos nossos queixos, por debaixo dos panos e a mídia dá uma conotação totalmente diferente do acontecido.
Falamos de Myllena Varginha, que fez jus ao seu nome (Varginha), ao dizer claro e bom som, em em Show em Uberaba (MUSIC FEST), que Juiz de Fora era a Cidade INGRATA, que saiu da mídia da cidade, pois não aguentava mais ficar puxando saco de um grupo de demagogos e idiotas para estar na mídia.Isso foi também ventilado por seus "músicos" na ocasião.
Em 2008, em sua última tentativa de ser algo, Myllena procura o músico e produtor Marcelo Sussekind, para gravar seu 2 Album, onde o mesmo impôs que só o faria, se não houvesse participação dos músicos da Cantora, produção que saiu por R$ 56.000,00. Ao voltar para Juiz de Fora, Myllena faz um show de Lançamento de seu CD no La Rocca, com Emerson Nogueira "abrindo", pois sabia que não havia capacidade de encher o local, mas infelizmente a cantora não encheu o local, e amargou um prejuízo de mais de R$ 30.000,00. Sem pagar suas contas, Myllena resolve ir para a "praia" e fica lá por vários dias, e tira folga da banda ! Acreditem de DEZ à ABRIL praticamente sem show´s. Seus músicos que dela vivem, ficaram preocupados e revoltados pois não existe salário e a Cantora exigia exclusividade.
Há fontes na área musical, que eles já preparavam uma CAUSA TRABALHISTA para a cantora. A exemplo disso, o baterista que fez free lance neste tempo com diversas bandas de Juiz de Fora, e montou um trabalho paralelo, THE POLICE CELEBRATION, Baixista foi para o RJ lançar seu cd de Jazz, dentre outros, Guitarrista foi produzir a BBB de JF ! Outra histórinha à parte...
Neste tempo, Myllena procurou seu "produtor" Sussekind e disse que ia parar de tocar, que já havia dispensado seus músicos, e tava desistindo da carreira musical e que ia dedicar-se à Medicina, e que o CD dela foi o pior investimento na vida, já que além dos R$ 56.000,00 gastos, herdou mais de R$ 30.000,00 de dívidas com o Lançamento do CD no La Rocca que foi o Fracasso..
Neste ato foi informada, pelo seu produtor Sussekind, que a Globo, estava perdendo muita audiência aos domingos, e que estava pensando em colocar no ar, no domingão um quadro que ia "resgatar talentos", inéditos da música popular Brasileira, claro com Q.I., tudo forjado, já que Sussekind era amigo pessoal de "Mariozinho Rocha" produtor musical da Globo e tudo ia se casar, pois Sussekind não havia produzido ninguem de expressão na música brasileira, ou seja Não havia produzido um trabalho que estourasse nas rádios de todo país. Tal como seus concorrentes, LIMINHA, RICK BONADIO, que são verdadeiras fábricas de bandas e sucessos, esse último negou fazer o cd da cantora, antes de Sussekind. E Sussekind era a bola da vez.
O Aval da cantora por Mariozinho Rocha, ao vivo no Domingão do Faustão, custou alguns R$$ indiretos para a cantora, pois a SOM LIVRE que é da GLOBO, para representá-la (somente em distribuição de CD´s) pegou boa parte desta cifra, já que todas as gravadoras no país estão devidamente quebradas, e o trabalho dela já tava pronto, tudo pago por ela mesma. Tudo armado. Hoje, o cache de produção de SusseKind, ultrapassa os R$ 140.000,00 por CD. E a GLOBO mama com as vendas da cantora. E ela nada ! Vendeu-se por nada, pois se a Globo quiser colocar na geladeira, como já fez com outros... o faz.! leia-se VANESSA RANGEL - Musica "Palpite" que foi música de abertura de Novela.. SUMIU.... dentre outros....
Prova disso, é a ciumeira causada nos bastidores da GLOBO, com a ascenção da cantora de Juiz de Fora, já que PEDRO BISMARK estava "na fila", passaram por cima dele.. e esqueceram de seu filho que é músico, baterista, tem uma banda na cidade de Juiz de Fora, sem expressão mas é uma banda.. Chamada Hakunna.... éh...isso mesmo HAKUNNA ! Então... o mal entendido foi desfeito...Com a unanimidade dos "musicos" do Faustão elegeram a Banda Hakunna !!! rs... essa foi mesmo digna do Pedro Bismark.. COMÉDIA !
Acreditem ! Tudo não passa de armações e Q.I´s....
Os únicos artistas de Juiz de Fora, que merece respeito por ter trilhado seu caminho por suor próprio chamam-se ANA CAROLINA e STRIKE. O resto é balela.
Os verdadeiros talentos da cidade, aqui continuam enchendo Casas Noturnas, com nome, talento, Leiam-se: Allan e Alisson (sertanejo), RAma Ruana (Reggae), Zona Blue (Pop Rock), Fungus Funk e etc.... Vejam só, como são referencias, Alan e Alisson, verdadeira referencia no sertanejo, negaram contrato com EMI, todas as duplas da cidade e região tentam copiar a estrutura e o modo de direcionar trabalho, inclusive Gean e Roger, que já deu o que tinha de dar, demoraram para quebrar (leia-se o vexame da gravação de seu DVD no La Rocca no dia dos namorados, fiasco). Vejam Zona Blue, que sem recurso algum conseguiu se programar e se estruturar para ser uma das maiores bandas da cidade, verdadeira referencia, copiada ao extremo por diversas bandas, Los Kactus, Operação Tequila, (E Operação Tequila fosse bom, o vocalista num tocava no Zona Blue, pra que?) Muamba, etc... Alias, Muamba não é mais o que era, desde a saída de Marcelo (Vocalista Strike), eles tentam, tentam ser.. Prova que Marcelo era o foda ! mas num vinga, só copiam as outras bandas (músicas, idéias) e vão pela metade do cache das melhores de JF, falam bem na frente de todos, se dizem parceiros, mas nas costas fazem de tudo o pior. Além de um vocal super desafinado ! E uma banda que toca muito alto. Sem educação musical. NO TALENT !
O resto..é baboseira pra boi dormir. E ficam tirando onda de "Talentos" da cidade... Nem humildes são ! TUDO QI !
Repassem isso, Juiz de Fora precisa acordar ! E Saber o que rola !
Obrigada
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Fim
Abaixo, texto publicado na Tribuna de Minas por Wendell Guiducci:
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O e-mail da discórdia
Um e-mail com um texto sem autoria causou polêmica entre a comunidade musical juizforana esta semana. Só pela peculiaridade de não ser assinado, não seria digno de nota, mas, como gerou muita discussão em canais como o Orkut e o Twitter, além de ser distribuído por mailings variados, o fato ganhou algum valor. Não o texto em si, em que o autor diz que só Strike e Ana Carolina - que não têm nada com isso -, entre os artistas de maior destaque da cidade, têm valor, mas a sadia discussão que acabou provocando entre os músicos, citados ou não. O cidadão - ou cidadã - gasta seis parágrafos de ódio desancando Myllena, fala de cifras, tráfico de influência, peixada, mete os pés pelas mãos ao dizer que o produtor do último disco da cantora, Marcelo Sussekind, não produziu algo que estourasse nas rádios (só ressuscitou o Capital Inicial com o “Acústico MTV”, sem contar trabalhos lendários com Lobão, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, Engenheiros do Hawaii, Ana Carolina, Jota Quest...), fala de Quem Indica (Q.I.), usa mais um parágrafo para defenestrar o Hakunna, mete o pau no Muamba, no Operação Tequila, no Los Kactus, enche a bola do Zonablue, poupa Josy Oliveira, elogia Rama Ruana, Fungos Funk e Alan & Alisson... mas não assina. Se serviu para alguma coisa, foi para fazer alguns músicos trocarem ideia via e-mail e aumentar a autoestima da rapaziada. Passada a revolta inicial, a sensação geral - tanto entre os elogiados quanto os avacalhados -, no fim das contas, pode ser resumida em uma frase de Eminho, vocalista do Muamba, que, diferente do autor do manifesto agressivo, assina o que fala: “Se tá bom ou se tá ruim, o importante é que a gente pelo menos faz alguma coisa”.
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Fim
Aqui um print screen (resolução baixa) da página do site da Tribuna de Minas, que na verdade é uma replicação do texto publicado no impresso.
http://www.tribunademinas.com.br/semanais/coluna/faixa.php (necessário login e senha cadastrados no site para acesso ao conteúdo).